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ترانه و شعر با صدای Marcelo D2
Pô, se ajeita, pô, se ajeita, pô! (Deixa, deixa, deixa, eu dizer) (O que penso dessa vida) (Preciso demais desabafar) Segura!
Deixa, deixa, deixa, eu dizer O que penso dessa vida Preciso demais desabafar
Eu já falei que tenho algo a dizer, e disse Que falador passa mal, e você me disse Que cada um vai colher o que plantou Porque raiz sem alma, como o flip falou, é triste
A minha busca é na batida perfeita Sei que nem tudo tá certo, mas com calma se ajeita Por um mundo melhor eu mantenho minha fé Menos desigualdade, menos tiro no pé
Andam dizendo que o bem vence o mal Por aqui vou torcendo pra chegar no final, é Quanto mais fé, mais religião A mão que mata, reza, reza ou mata em vão, hein?
Me contam coisas como se fossem corpos Ou realmente são corpos, todas aquelas coisas Deixa pra lá, eu devo tá viajando Enquanto eu falo besteira, nego vai se matando, então
Deixa, deixa, deixa, eu dizer O que penso dessa vida Preciso demais desabafar
Deixa, deixa, deixa eu dizer O que penso dessa vida Preciso demais desabafar
Ok, então vamo lá, diz!
Tu quer a paz? Eu quero também Mas o Estado não tem direito de matar ninguém Aqui não tem pena morte, mas segue o pensamento O desejo de matar de um Capitão Nascimento
Que, sem treinamento, se mostra incompetente O cidadão, por outro lado se diz, impotente Mas a impotência não é uma escolha também De assumir a própria responsabilidade, hein?
Que cê tem em mente? Se é que tem algo em mente Porque a bala vai acabar ricocheteando na gente Grandes planos, paparazzo demais O que vale é o que você tem, e não o que você faz
Celebridade é artista, artista que não faz arte Lava a mão como Pilatos, achando que já fez sua parte Deixa pra lá, eu continuo viajando Enquanto eu falo besteira nego vai, vai, então deixa
Deixa, deixa, deixa eu dizer O que penso dessa vida Preciso demais desabafar
Deixa, deixa, deixa eu dizer O que penso dessa vida Preciso demais desabafar
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